Fala manos e minas to na fita de novo,

Hoje vim fazer um review de um show! Mas, pra quê essa bagaça mesmo? Ora, para vocês saberem o que realmente vale a pena curtir nessa Capital!

Nesse último fim de semana, 02/04/2016, aconteceu em Brasília o já conhecido e sempre muito aguardado Cerrado Mix Festival.

Esse ano o evento foi realizado na Orla do Net Live às margens do Lago Paranoá e trouxe em suas atrações a banda candanga de reggae Maskavo Roots, a consagrada galera do Tribo da Periferia com participação do rapper Look, os cariocas do 3030, Karol Conka e Projota. As apresentações ocorreram exatamente na ordem descrita.

É claro que em um evento desses o Jornal do Rap não ficaria de fora. Dessa forma desembarcamos por lá com a equipe completa: Todos os dois editores! (hehe) E uns parceiros, claro.

Estrutura

Fachada_Noite_NETLive_07_WEBO Espaço Net Live fica em uma das áreas mais nobres da Capital, portanto, tem também uma ótima estrutura. Os organizadores não a usaram por completo, deixaram o show na Orla do Lago e uma parte da área interna reservada ao caixa, bar e acessos aos banheiros. Não há do que reclamar quanto a isso. Pelo menos não enfrentei grandes filas na hora de comprar bebidas nem pra despejar àquela água. A estrutura do palco juntamente com a iluminação ficaram boas.

O som também estava bom, houve uma falha durante o show da Karol Conka que o fez ficar parado por poucos minutos, mas foi resolvido rapidamente e voltamos a curtir.

Os Shows

Vou confessar aqui e, meus amigos da “paz de Bob” que me perdoem, mas não peguei o show do Maskavo. Nesse momento estava lá fora com a matilha tomando cerveja e escutando Consciência Humana porra. haha

A primeira coisa a se destacar é que não houve atrasos. Então praticamente de forma inglesa Tribo da Periferia ganhou o palco e a multidão na hora marcada. Com a presença de Look fizeram o que já era esperado: com Matilha, Ela tá Virada, O Barco e o Quintal, Sem Juízo (Look) e outras, levaram o público a doidera total! Mas, faço aqui uma ressalva que tenho observado nos últimos show’s do grupo em Brasília: são curtos demais. Então galera das organizações (ficou gangstar isso) vamos se atentar, o público de Brasília quer no mínimo uma hora e meia de show.

Na sequência veio a rapaziada do 3030. Sempre fico impressionado como eles conseguem manter ao vivo a mesma qualidade que do estúdio. Os caras detonaram, não há do que reclamar da performance. Cantaram os maiores sucessos como Bom dia, Mundo de Ilusões, Luz em Todo Morro, O Foda que ela é Linda e etc. E além palco, na humildade de sempre, pararam para atender o público. É claro que o Mox e eu tiramos umas fotos com eles. Tá lá no instagram então já sabem hein, tá na hora de curtir nossos insta.

Em seguida a poderosa Karol Conka subiu ao palco. Confesso que nunca tinha curtido um show dela Ao Vivo e gostei do que vi. O povo cantou com ela e, quando deu o problema no som que citei anteriormente, ela sustentou a animação lá em cima conversando com a galera.

Por último e não menos importante veio Projota. E representou. Com direito a freestyle. Acho que Projota é um dos rapper’s que mais apanham nesse país e vê ele destruindo com força total no show me deixou feliz. Com destaque ao último som que ele lançou “O Portão do Céu” que tem uma letra pra roots nenhum botar defeito. Quando essa música e Rezadeira tocaram o bicho pegou pra valer.

E como previsto o show acabou cedo. É claro que eu preferiria um Dj tocando até o dia amanhecer, mas isso estava dentro script. Assim o evento em sua totalidade pode ser avaliado de maneira bastante positiva.

Abro um parentese para destacar também os rappers que encontramos de rolê por lá. Pudemos trocar uma ideia de responsa com Froid do Um Barril de Rap e com o MC Darlan, os caras são sangue bom demais e foi bastante produtivo. Só não foi mais por que estávamos doidãos haha.

É isso aí galera, vou procurar sempre trazer opiniões sobre os eventos de Rap da capital. Se alguém quiser me convidar para algum e patrocinar a entrada eu aceito. 😉