Poeta que vive no Rio de Janeiro publicou textos em antologias sobre distopia e sororidade

A poeta Letícia Brito publicou, na última semana, três textos nas antologias “on dystopia” (sobre distopia) e “on sisterhood” (sobre sororidade) a partir do próximo dia 10 de novembro, representa do Brasil no Rio Poetry Slam, campeonato internacional de poesia falada, que ocorre dentro da programação do Festival Literário das Periferias (Flup) no morro do Vidigal, no Rio de Janeiro.

Os textos que integram as antologias foram escolhidos após a participação dela em dois cursos online, ministrados pelas escritoras Porsha Olayiwola e Melissa Lozada. As obras são vendidas em formato de e-book, pela internet. Os poemas de Letícia Brito estão em português e inglês na antologia “on dystopia” e somente em inglês na “on sisterhood”.

“Meus poemas saíram em dois idiomas e o  custo dos e-books cobre as bolsas de estudo, como as que eu tive para participar dos projetos”, explicou.

Já a participação na Flup se deu através de um convite da curadora do evento, Roberta Estrela D´Alva. “Frequento a Flup como expectadora há alguns anos, em 2015 participei do Slam BNDES no Morro da Babilônia e fiquei em segundo lugar, agora estou muito honrada com o convite para representar o Brasil no encontro. Para além da competição de poesia falada, é uma oportunidade de dialogar com poetas de várias partes do mundo e aprender com todos”, destacou.

Durante a Flup a autora também pretende lançar um livreto, com poesias em português e também traduzidas para o inglês.

Letícia Brito é poeta. Dedica-se à poesia falada (spoken word/poetry slam) e às micro revoluções político-sociais onde a poesia incinera, afaga, afeta e transforma. Como produtora da cena carioca de slam e sarau já fez: Mulherau, Pizzarau, Batalha da Pizza, Tagarela e atualmente integra a produção e realização do Slam das Minas RJ.