klan61

Salve leitores. Primeiramente (#ForaTemer) dá um play na música acima “Poucas Ideias” do Klan61 para poder acompanhar essa entrevista. Klan61 surge no cenário do Rap Brasília com três nomes com bagagem no Rap. Por isso, o JDR foi saber um pouco mais sobre a história e planos desse grupo que promete fazer barulho.

1 – Em primeiro lugar quem forma o Klan61? Conta um pouco para nós sobre a trajetória de cada um?

O KLAN61 é formado por Du Dsousa, Digão e Fillipe Costta.

Du Dsousa – Comecei no RAP em meados dos anos 2000, com um parceiro chamado Liu Chic, e em 2004 conheci o Digão ai tivemos nosso primeiro trabalho juntos que foi o FRB, um grupo gospel nessa época. Passei por alguns grupos o ultimo foi OBANG o qual sai recentemente.

Digão – Comecei também em meados dos anos 2000 , formei o grupo FRB, onde fizemos varias apresentações em Brasilia e em vários Estados. Depois passei por alguns grupos onde se destacam Verdade Relatada e Neriah,, depois disso comecei meu trabalho solo e logo trocando ideia com o Du firmei minha entrada no KLAN61.

Fillipe Costta – Comecei a fazer RAP no colégio na 7ª serie, depois acompanhava alguns artistas em apresentações , segue alguns deles: Kiko Santana e A Familia. Depois em 2015 lancei meu disco solo , intitulado “PRONTO PRO CORRE”, e agora sou mais um integrante do KLAN61

2 – E como surgiu o coletivo? Era um projeto antigo ou resolveram se juntar agora?

O KLAN61 foi um projeto que eu ( Du) inicie, a principio seria um trabalho solo, mas as ideias começaram a surgir e resolvi fechar com o ele.

3 – De qual quebrada vocês são?

Du – Ceilândia
Digão – Santo Antônio do Descoberto
Fillipe Costta – Residencial Mangueiral

4 – E o que a galera pode esperar para o Klan61? Vem mais músicas ou quem sabe um álbum?

Muitas coisas boas estão vindo por ai, estamos em Studio, fazendo música e começaremos as gravações de vídeo clipes. Sem dúvida a produção de um álbum é certo.

5 – Falando um pouco sobre o Rap, para vocês qual o papel do Rap na sociedade? Seria apenas passar a mensagem ou também deve levar entretenimento? E como o Klan61 se insere nesse cenário?

O papel do RAP sem duvida é passar a mensagem, mas podemos levar um pouco de alegria e vida em nossas músicas, nossa comunidade já sofre demais, não vemos problema em levar uma parada mais feliz, claro que sem sair do contexto das nossas raízes.

6 – Vocês já tem um corre conhecido no cenário do Rap de Brasília, seja solo ou em grupo, como o público que já acompanhava cada um de vocês individualmente tem reagido ao trabalho do coletivo?

Todos do grupo já tem um trabalho anterior e pelo pouco tempo já temos muitas mensagem de apoio, em menos de uma semana lançamos uma musica que já tem mais de 8 mil visualizações , só temos a agradecer a quem apoia nosso trabalho.

7 – Hoje o número de grandes eventos de Rap no DF tem crescido bastante, mas é constatável que a maioria são voltados para o mainstream do Rap Nacional. Como vocês veem hoje o cenário do Rap do DF para o DF, está mais aberto?

Sem duvida o Rap cresceu demais, hoje em dia todo final de semana você encontra uma festa de Rap, as portas estão se abrindo cada dia mais.

8 – Hoje o Rap tem várias vertentes, o que vocês acham dessas mudanças?

O Rap é muito vasto, tem espaço pra todos .

9 – Citem para nós quem hoje inspiram vocês musicalmente.

Krizz Kaliko, Stivie Stone,The Game, Azael, Zero3, DNA, Tribo da Periferia e alguns outros, a lista é grande.

10 – Nós do JDR agradecemos a entrevista e pedimos que deixem uma mensagem para nossos leitores.

Primeiramente agradecemos a Deus pela oportunidade de poder mostrar nosso trabalho, e a equipe do JDR muito obrigado e parabéns pelo espaço que vocês estão dando pra nossa cultura. Obrigado a todos que estão curtindo o nosso trabalho, estamos trabalhando para apresentar um produto final com qualidade.